Sobre amores e roupas

quinta-feira, novembro 30, 2017

Se não me cabe, não serve.
Incomoda, aperta...
Pra que usar?
Do tipo "não pode ver uma vergonha
já quer passar"
Seja roupa ou relacionamento
Não se esqueça um só momento
Se ninguém me perguntou
Pra que vou me intrometer?
Se não me contou foi porque não quis
É melhor nem saber
Não usar, não falar, mas também não fingir
Se não quer ficar, deixe ir
Ninguém é dono de ninguém...
Mais aprende quem ouve
Se atenta a tudo, apura o que houve
Frustra-se o que espera
Nem sempre quem acredita alcança
É de passo em passo que se aprende a dança.
Busque sempre o "sim"
Você já tem o "não"
Não se esqueça desse exercício
A prática leva à perfeição...

As vezes

terça-feira, novembro 28, 2017

Sempre que posso, me desligo do automático, me desligo do que prende
Simplesmente sou eu, livre
As vezes, quando  posso , me permito ser criança, ser menino e brincar.
As vezes, sempre que dá, dou asas aos meus sonhos, sou sonhador, quero sonhar.
As vezes bate também um cansaço, mudo o passo, solto o pedal.
Com os passos mais leves, os pensamentos rápidos me ensinam que na verdade, não é a velocidade do caminhar que define como ou onde vou chegar.
Até porque, as vezes, quero só parar.
Poder parar é ser livre, poder parar é poder pensar, concluí. Parar me tira o peso, me deixa mais leve, me deixa feliz...
Parar me faz aprender onde começa ou termina
Se é coincidência ou sina
É um caminho que eu não quis.
Avalio os ciclos, imagino o destino dessas escolhas já feitas
Sou apenas um aprendiz.

Sinto...

terça-feira, novembro 14, 2017




Ninguém sabe o que eu sinto
Se minto, se finjo , se eu sei ou imagino
Ninguém sente o que eu sinto
Sincero esmero, te quero e espero.
As vezes finjo que não sinto.
Explicar, definir, é traçar, é reter...
É medir o infinito
É verdade, eu não minto, mas sinto a ponto do querer vir a ser, companhia.
Taça de um vinho tinto
Eu sei bem quem eu sou, mas não sei de você, se é real ou te pinto
Eu só sei que eu sinto e ao anoitecer, chega mesmo a doer o sentimento que sinto.
Já são tantos "Por quês" sem me esclarecer, essa noite tão longa, a cabeça tão cheia e o coração aflito...
Penso em tudo que sinto

Sobre a vida e o amor

terça-feira, março 21, 2017

O outono voltou...
com ele memorias
com ele saudades
Uma certa incerteza paira
ha reflexões sobre amor
E se é amor, acaba?
Se passou não era amor?
Passei essa manha pensando
Até onde sou mais um louco?
Até onde isso é real?
Se a via é de mão dupla
Ate onde é meu limite?
Até ondo posso ir?
Liberdade assistida
Ou prisão consentida
um leve frio dói os ouvidos
daqui escuto pouco, só ruídos
Onde meu "eu" foi perdido?
"Va devagar" dizia o coração
Eu estava entorpecido
duas doses de carência
Multiplicou a libido
Baixei a guarda
fui derrotado, invadido
E o que era conhecimento
me fez tolo, iludido
Aprendendo as regras do jogo
me sinto menos perdido

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Quem sou eu

Estou a me procurar sempre, todo dia quando acordo, toda noite enquanto durmo. Como um canceriano sonhador, me procuro em tudo a minha volta. O beijo não dado, o silêncio no canto da sala Por isso me procuro, tentando ser eu mesmo. Sem me importar com julgamentos alheios Homem de humor fleumático Menino que sabe o que quer Sou feito de pele, carne e osso Um amante do que é novo Sobrevivente dos amores platônicos Sou dono do meu nariz Sei que estou aprendendo muita coisa, nada tem acontecido em vão. Sou uma pessoa que precisa ser forte e cada dia mais Preciso de amigos... Minha família é minha base Só não preciso provar nada pra ninguém Continuo crescendo, aprendendo, me fortalecendo... Todos os dias quando acordo...